Curso de Empreendedorismos SEBRAE

Como criar um modelo de negócio de impacto socioambiental

Conheça modelos de negócios de impacto socioambiental do SEBRAE cursos EAD. Aprenda como transformar realidades através do empreendedorismo com propósito.

Curso de como formalizar o seu negócio

O curso gratuito SEBRAE com certificado oferece preparação para a formalização do seu negócio e mostra os benefícios e as obrigações da formalização.

Como agir de maneira empreendedora

O curso de empreendedorismo SEBRAE gratuito de como agir de maneira empreendedora oferece preparo para você aprender o que é necessário para tornar-se um empreendedor de sucesso, agindo como tal.

Empreendedorismo como opção de carreira

Estes cursos gratuitos SEBRAE oferecem treinamento para você conhecer os principais aspectos do empreendedorismo e avaliar se possui o perfil para ser um dono de um negócio.

Responsabilidade social empresarial

O curso de capacitação do SEBRE oferece para você entender os benefícios do processo de implementação da Responsabilidade Social Empresarial.

Negociação

O treinamento de negociação oferece habilitação para você aprender estratégias de negociação, desenvolvendo habilidades para se tornar um negociador competente e de sucesso.

Aprender a empreender

Este curso de empreendedorismo SEBRAE oferece conhecimentos para você desenvolver atitudes que compõem o perfil empreendedor através de conceitos sobre mercado, finanças e empreendedorismo.

Finanças

Simples Nacional

O curso online de Simples Nacional oferece aptidão para você compreender e calcular os impostos incluídos no Simples Nacional e avaliar se é uma opção vantajosa para a sua empresa.

Como definir preço de venda

Será ensinado no SEBRAE cursos EAD a definir corretamente o preço de venda dos seus produtos e serviços. Curso online de como definir preço de venda.

Como controlar o fluxo de caixa

Você vai aprender a fazer o controle das entradas e saídas do caixa da empresa. Além disso, conhecerá ferramentas que ajudam a gerenciar o dinheiro do negócio.

Fluxo de caixa para pessoa jurídica

Estes Cursos gratuitos Sebrae com certificado oferecem conhecimentos para você documentar e controlar a circulação do dinheiro na sua empresa e melhorar a gestão financeira. Faça o as lições de fluxo de caixa para pessoa jurídica

Controle de gastos no serviço

Estes cursos online gratis ofereces habilidade para você reduzir os gastos na prestação de serviços, formando um preço mais competitivo no mercado e aumentando a lucratividade.

Nota fiscal eletrônica

O curso de Nota Fiscal Eletrônica oferece preparo para você aprender a emissão correta da Nota Fiscal Eletrônica, além dos benefícios e obrigações do uso de documentos fiscais.

Educação financeira empresarial

As lições oferecem capacitação para você entender as vantagens da educação financeira e como ela pode estimular o uso de ferramentas de gestão da sua empresa.

Como gerenciar as finanças da sua empresa

Os cursos gratuitos SEBRAE com certificado oferecem preparo para você aprender a importância de gerenciar as finanças da sua empresa para alcançar melhores resultados.

Como captar recursos para o seu negócio

O curso oferece qualificação para entender quando, onde e como buscar financiamentos em bancos comerciais, agências de fomento ou bancos de desenvolvimento.

Mercado e Vendas

Formação do preço de venda

Saiba como estipular o preço de venda adequado para o seu produto ou serviço.

Como administrar um pequeno negócio

Os cursos gratuitos no SEBRAE oferecem preparação para você entender quais são as ferramentas necessárias para uma boa administração e como, quando e onde aplicá-las.

Como encontrar bons fornecedores

Curso oferece estratégias valiosas para comprar bem, adquirir insumos de qualidade e obter preços e prazos favoráveis aos pagamentos.

Como aumentar suas vendas

Os Cursos gratuitos Sebrae oferecem aptidão para aumentar as vendas utilizando os principais componentes de marketing: produto/serviço, preço, ponto e promoção.

Receita de sucesso: equipe e atendimento

As lições oferecem aptidão para você identificar melhorias e processos para aumentar a competitividade e eficiência do atendimento no seu restaurante.

Como turbinar suas vendas

Este curso com certificado oferece qualificação para você aprender como vender seu produto ou serviço com mais eficácia, por meio de conhecimentos e estratégias de venda.

Logística para comércio eletrônico

O curso gratuito online oferece a você uma compreensão da importância de um processo logístico bem definido no seu e-commerce.

Gestão estratégica para comércio eletrônico

O curso oferece para você conhecer a legislação e as práticas de gestão adequadas ao e-commerce.

Estratégias de vendas para o Comércio Eletrônico

Cursos gratuitos Sebrae oferecem capacitação para você conhecer as ferramentas e as estratégias disponíveis para as pequenas empresas impulsionarem suas vendas online.

Qualidade no atendimento

O treinamento oferece qualificação para você adotar, a partir da análise de situações reais, estratégias para melhorar a qualidade do atendimento ao cliente.

Comunicação e relacionamento com seus clientes

Oferecer preparo para o desenvolvimento da comunicação entre empresa e mercado, estreitando esse relacionamento e gerando credibilidade para o negócio.

Atendimento ao cliente

O treinamento oferece qualificação para identificar aspectos que contribuam com a satisfação do cliente, reflexão crítica sobre o atendimento e planejamento de ações.

Planejamento

Receita de sucesso: seu negócio no caminho certo

O treinamento do SEBRAE cursos EAD oferece habilitação para você saber como fidelizar o cliente e quais documentos são necessários para o seu estabelecimento iniciar as atividades.

Planeje-se para o comércio eletrônico

Cursos gratuitos Sebrae oferece capacitação para você entender o conceito, a importância, vantagens e desafios do processo de planejamento para implementação do e-commerce.

Planejamento para inovar

O treinamento oferece qualificação para você aplicar a inovação nos negócios, por meio de técnicas que incentivam a colaboração, a criatividade e geração de ideias.

Planejamento para fazer acontecer

As lições oferecem preparo para você saber como algumas técnicas colaborativas podem ajudar a melhorar e planejar os objetivos para gestão dos negócios.

Planejamento de marketing

O curso oferece preparo para você melhorar as estratégias de vendas para o cliente, buscando atendê-lo melhor em cada etapa da jornada de compra.

Análise de negócio

As lições oferecem qualificação para você compreender a importância de analisar um negócio com antecedência para obter sucesso e evitar imprevistos.

Planejamento Estratégico para Empreendedores

O curso oferece capacitação para você definir uma estratégia clara para o seu negócio e desenvolver uma gestão eficiente para a execução de ideias.

Expansão – a estratégia de crescimento certa para seu negócio

Os cursos online gratis oferecem qualificação para você conhecer o melhor modelo de expansão e planejamento para o seu negócio.

Invista no planejamento

As lições oferecem habilitação para você identificar oportunidades e obter sucesso como proprietário de um empreendimento.

 Fonte: Sebrae ead

Você sabia que independentemente da sua definição de sucesso, por incrível que pareça, há um grande número de características comuns que são comuns em empresários bem sucedidos. Você pode fazer uma lista de cada característica que você sente que você possui. Dessa forma, você pode ver como se compara. Mesmo se você não tem todas essas características, não se preocupe. A maioria pode ser aprendido com a prática e desenvolvendo uma atitude vencedora, especialmente se você definir metas e aplicar a si mesmo, através de um planejamento estratégico, para atingir essas metas em etapas incrementais e mensuráveis.

Dicas de Cursos Gratuitos

PoCa – UFSCar – Universidade Federal de São Carlos, 24 cursos – https://lnkd.in/eecj2xq

UEMA – Universidade Estadual do Maranhão – https://lnkd.in/eHPJRMG
Os cursos abrangem as áreas de Agronomia, Biologia, Direito, Educação, Engenharia, Filosofia, Geografia, Gestão, Turismo e TI

SESI – https://lnkd.in/eZCtu_F

IFSP – Instituto Federal de São Paulo Plataforma de cursos MOOC, que aborda temas como desenvolvimento web, produção de texto e redação científica https://lnkd.in/eEmnxMZ

Uaitec Universidade Aberta Integrada de Minas Gerais – https://lnkd.in/eMdfBxa

Porto Gente – Escola Virtual Porto Gente – https://lnkd.in/e59ECwE

(Fonte Via Carreira)

Mundo Digital – O Mundo Digital nas finanças, com Luiza Helena Trajano e Thiago Lolkus Nigro

Fala galerinha beleza?

Bom vamos lá, vocês sabe como eu gosto de sempre estar me coletando informações sobre o digital, eu estava no LinkedIn, quando me apareceu a entrevista no Perfil da senhorita Luiza Helena Trajano, junto com o Thiago Lolkus Nigro.

E estou compartilhando aqui para vocês, bom vamos lá para quem não conhece a Luiza Trajano, é nada a mais nada a menos, que a proprietária da Magazine Luiza (www.magazineluiza.com.br) e o LinkedIn. E juntamente com ela junto com o Thiago Nigro, Sócio proprietário na O Primo Rico que é um canal de investimentos do Brasil que mais cresce no Youtube!

Para mais detalhes acesse os links abaixo:

BLOG – http://oprimorico.com.br
YOUTUBE (inscrever-se) – http://bit.ly/1S6WMoM
FACEBOOK (curtir página) – https://www.facebook.com/oprimorico TWITTER: https://twitter.com/thiagonigro
INSTAGRAM: https://www.instagram.com/thiago.nigro/
PODCAST: https://soundcloud.com/thiagonigro

E confira a entrevista nos videos abaixo:

Fonte: LinkedIn – Luiza Trajano e Thiago Nigro

Formação x Talento

Conversando, com alguns conhecidos, empreendedores, ou como eles mesmo disse “Empresário”, depois de algumas conversa, comecei a matutar umas duvidas, sobre o futuro, não só meu, mais de muitas outras pessoas.

Vamos direto a um exemplo, você faz um curso de arquitetura, estuda durante 4 ou 5 anos, e quando chega o momento, de você fazer o seu estágio vem lá aquela opção obrigatória de que hoje em dia só tem isso nos anúncios “experiencia anterior”, poxa algumas pessoas acha que isso é fácil, devido a isso ela começa a se esforçar para adquirir um emprego, sem “Cunha” ou “Indicação”, e ao mesmo tempo pagando aquelas parcelas caríssimas, da mensalidade da faculdade, e no final acaba indo trabalhar, na área de Contabilidade, lembrando que isso é só um exemplo.

Ao trabalhar na área de contabilidade ela descobre que tem um “DOM” ou melhor dizendo um “TALENTO”, focado na área de contabilidade, e aquele curso de Arquitetura que você começou a 3 anos atrás, não tem mais função nenhuma, e acaba pensando poxa estudei até agora para trabalhar na área de contabilidade, era um sonho que eu tinha trabalhar como Arquiteto(a) e acabei virando contadora. E não tenho mais tempo e nem paciência para fazer uma faculdade de ciências contábeis, para pode ser tornar uma profissão com diploma, mais também falta pouco tempo para concluir o meu curso de arquitetura, vou terminar.

Terminado o curso você não consegue adquirir emprego na área, pois você estava trabalhando esse tempo como contadora, e os empresários te enxerga de uma forma diferente, pensando, nossa essa pessoa estudou Arquitetura, mais não tem 1 dia de experiencia a não ser o trabalho de conclusão de curso, e os trabalhos acadêmicos.

Chegando a conclusão, você acaba ficando deslocada no mercado de trabalho, com a sua função de contabilista, ajudando alguma empresa, e chega o grande momento, onde o seu superior te enxerga como uma ótima contabilista, e acaba te lhe oferecendo uma vaga de emprego melhor, pois você está super bem, nessa função.

Minha conclusão é o seguinte, fazemos um curso, e trabalhamos em outra área, vemos que nós temos um talento, escondido dentro de nós, e nós não estamos sabendo dele, então a partir desse momento gostaria de abrir uma discussão para descobrir, qual atitude devemos tomar, devemos esquecer o curso qual fizemos durante 4 ou 5 anos e dar continuidade, ou mostrar que não temos idade para estudar e começar um novo curso?

Afinal, conheço algumas não muitas pessoas que tem uma formação e trabalha em outra, e atualmente estão muito bem sucedida, sem ao menos ter um diploma no qual é sua função de trabalho atual.

Vocês acha certo isso?

O Que é Indústria 4.0 e Como Ela Vai Impactar o Mundo

O que é a industria 4.0? É um conceito de indústria proposto recentemente e que engloba as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle e tecnologia da informação, aplicadas aos processos de manufatura. A partir de Sistemas Cyber-Físicos, Internet das Coisas e Internet dos Serviços, os processos de produção tendem a se tornar cada vez mais eficientes, autônomos e customizáveis.

Isso significa um novo período no contexto das grandes revoluções industriais. Com as fábricas inteligentes, diversas mudanças ocorrerão na forma em que os produtos serão manufaturados, causando impactos em diversos setores do mercado.

Histórico das revoluções industriais seguida pela quarta revolução, ou Indústria 4.0. Ind  stria 4

Resumo das três revoluções industriais seguida pela quarta revolução, ou industria 4.0.

O termo industria 4.0 se originou a partir de um projeto de estratégias do governo alemão voltadas à tecnologia. O termo foi usado pela primeira vez na Feira de Hannover em 2011. Em Outubro de 2012 o grupo responsável pelo projeto, ministrado por Siegfried Dais (Robert Bosch GmbH)  e Kagermann (acatech) apresentou um relatório de recomendações para o Governo Federal Alemão, a fim de planejar sua implantação. Então, em Abril de 2013 foi publicado na mesma feira um trabalho final sobre o desenvolvimento da industria 4.0. Seu fundamento básico implica que conectando máquinas, sistemas e ativos, as empresas poderão criar redes inteligentes ao longo de toda a cadeia de valor que podem controlar os módulos da produção de forma autônoma. Ou seja, as fábricas inteligentes terão a capacidade e autonomia para agendar manutenções, prever falhas nos processos e se adaptar aos requisitos e mudanças não planejadas na produção.

1 – Princípios da Indústria 4.0

Existem seis princípios para o desenvolvimento e implantação da industria 4.0, que definem os sistemas de produção inteligentes que tendem a surgir nos próximos anos. São eles:

  • Capacidade de operação em tempo real: Consiste na aquisição e tratamento de dados de forma praticamente instantânea, permitindo a tomada de decisões em tempo real.
  • Virtualização: Simulações já são utilizadas atualmente, assim como sistemas supervisórios. No entanto, a industria 4.0 propõe a existência de uma cópia virtual das fabricas inteligentes. Permitindo a rastreabilidade e monitoramento remoto de todos os processos por meio dos inúmeros sensores espalhados ao longo da planta.
  • Descentralização: A tomada de decisões poderá ser feita pelo sistema cyber-físico de acordo com as necessidades da produção em tempo real. Além disso, as máquinas não apenas receberão comandos, mas poderão fornecer informações sobre seu ciclo de trabalho. Logo, os módulos da fabrica inteligente trabalharão de forma descentralizada a fim de aprimorar os processos de produção.
  • Orientação a serviços: Utilização de arquiteturas de software orientadas a serviços aliado ao conceito de Internet of Services.
  • Modularidade: Produção de acordo com a demanda, acoplamento e desacoplamento de módulos na produção. O que oferece flexibilidade para alterar as tarefas das máquinas facilmente.

Veja abaixo um vídeo explicando um pouco o que é a industria 4.0:

2 – Pilares da indústria 4.0:

Com base nos princípios acima, a industria 4.0 é uma realidade que se torna possível devido aos avanços tecnológicos da última década, aliados às tecnologias em desenvolvimento nos campos de tecnologia da informação e engenharia. As mais relevantes são:

  • Internet das coisas (Internet of Things – IoT): Consiste na conexão em rede de objetos físicos, ambientes, veículos e máquinas por meio de dispositivos eletrônicos embarcados que permitem a coleta e troca de dados. Sistemas que funcionam a base da Internet das Coisas e são dotados de sensores e atuadores são denominados de sistemas Cyber-físicos, e são a base da industria 4.0.
  • Big Data Analytics: São estruturas de dados muito extensas e complexas que utilizam novas abordagens para a captura, análise e gerenciamento de informações. Aplicada à industria 4.0, a tecnologia de Big Data consiste em 6Cs para lidar com informações relevantes: Conexão (à rede industrial, sensores e CLPs), Cloud (nuvem/dados por demanda), Cyber (modelo e memória), Conteúdo, Comunidade (compartilhamento das informações) e Customização (personalização e valores).
  • Segurança: Um dos principais desafios para o sucesso da quarta revolução industrial está na segurança e robustez dos sistemas de informação. Problemas como falhas de transmissão na comunicação máquina-máquina, ou até mesmo eventuais “engasgos” do sistema podem causar transtornos na produção. Com toda essa conectividade, também serão necessários sistemas que protejam o know-how da companhia, contido nos arquivos de controle dos processos.

Além destas tecnologias, outros dispositivos terão um papel importante na indústria 4.0. Como a tecnologia RFID, que vem ganhando espaço com os sistemas de rastreabilidade industrial, e os módulos IO-Link.  Esses módulos possuem endereço IP próprio, com conexões diretas de alto e baixo nível. Portanto, descentralizam e organizam a rede de sensores e demais componentes. Com o processo de modularidade da indústria 4.0, aliado à crescente quantidade de sensores que serão utilizados nas fábricas inteligentes, os módulos IO-Link desenvolvimento de sistemas Cyber-físicos para fábricas inteligentes.

Conexões de dispositivos industriais convencionais x Conexões via módulos distribuídos IO link. ind  stria 4

Conexões de dispositivos industriais convencionais x Conexões via módulos distribuídos IO-Link.

Conforme o avanço das tecnologias aqui citadas, a tendencia é que em um futuro próximo as fábricas se adequem ao conceito de indústria 4.0, tornando-se altamente autônomas e eficientes.

3 – Impactos da Indústria 4.0:

Um dos maiores impactos causados pela indústria 4.0 será uma mudança que afetará o mercado como um todo. Consiste na criação de novos modelos de negócios. Em um mercado cada vez mais exigente, muitas empresas já procuram integrar ao produto necessidades e preferências específicas de cada cliente. A customização prévia do produto por parte dos consumidores tende a ser uma variável a mais no processo de manufatura, mas as fábricas inteligentes serão capazes de levar a personalização de cada cliente em consideração, se adaptando às preferências.

Outro ponto que será abalado pela quarta revolução industrial será a pesquisa e desenvolvimento nos campos de segurança em T.I., confiabilidade da produção e interação máquina-máquina. A tecnologia deverá se desenvolver continuamente para tornar viável a adaptação de empresas a este novo padrão de indústria que está surgindo.

Os profissionais também precisarão se adaptar, pois com fábricas ainda mais automatizadas novas demandas surgirão enquanto algumas deixarão de existir. Os trabalhos manuais e repetitivos já vem sendo substituídos por mão de obra automatizada, e com indústria 4.0 isso tende a continuar. Por outro lado, as demandas em pesquisa e desenvolvimento oferecerão oportunidades para profissionais tecnicamente capacitados, com formação multidisciplinar para compreender e trabalhar com a variedade de tecnologia que compõe uma fábrica inteligente.

Co-autoria: Guilherme Cano lopes

Estudante de Engenharia de Controle e Automação pela UNESP e técnico em mecatrônica pela ETEc Getúlio Vargas. Durante a faculdade foi bolsista de iniciação científica e membro da equipe de pesquisa em robótica móvel da UNESP, participando em competições como a Robocup.  Atualmente é estagiário na empresa Citisystems.

Dicionário Corporatives

Fique por dentro do vocabulário corporativo

O presidente da empresa em que você trabalha virou CEO? A reunião virou Brainstorm? Calma, você não é a única pessoa que ainda tem dúvidas sobre os neologismos do dicionário corporativo. 

Considerando que eles estão cada dia mais presentes no mercado em geral, a Ricardo Xavier criou um glossário com os principais termos novos aplicados ao RH e ao mundo corporativo em geral. 

Além de explicar metodologias, aqui são destacadas as principais expressões, traduções, cargos e siglas usadas no dia-a-dia dos executivos. 

Aproveite para aprimorar seus conhecimentos e facilitar sua comunicação empresarial!

A

Absenteísmo: usado para designar as ausências dos trabalhadores no processo de trabalho, seja por falta ou atraso, devido a algum motivo interveniente, como problemas de saúde, etc.

Adhocracia ou Adocracia (ad hoc = aqui agora): sistema temporário variável e adaptativo, organizado em torno de problemas a serem resolvidos por grupo de pessoas com habilidades e profissões diversas e complementares. Constitui opção à tradicional departamentalização.

Approach: abordagem.

ASAP: sigla de “As soon as possible” – o termo inglês quer dizer “O mais rápido/ breve possível”.

ASP – Application Service Provider (provedor de aplicação de serviços): termo conferido às empresas que tornam disponíveis serviços ou aplicações de informática com base na internet aos seus clientes, como a redução de custos para implantação de projetos.

Assessment Center: análise de comportamentos baseada na observação de profissionais ao realizarem determinadas atividades. Seu objetivo é obter uma visão mais precisa dos comportamentos dos profissionais avaliados em relação aos seus atuais ou futuros cargos. Pode, ainda, ser utilizado para o processo de Recrutamento e Seleção.

Avaliação 360 graus: método que avalia o desempenho dos colaboradores, envolvendo todas as pessoas que fazem parte do seu círculo de atuação. Isso possibilita a visão sob diferentes ângulos (visão dos superiores, pares, subordinados, clientes e fornecedores).

Avaliação 180 graus: modelo intermediário ao 360 graus. Com ele, não há avaliação dos subordinados, mas apenas dos pares, clientes e chefe.

B

Benchmarking (marcos referenciais): processo de comparação do desempenho entre dois ou mais sistemas, buscando as melhores práticas na indústria que conduzem ao desempenho superior. É visto como um processo positivo e pró-ativo que uma empresa examina como a outra realiza uma função específica a fim de melhorar e realizar a mesma ou uma função semelhante.

Behaviorismo: conjunto de teorias psicológicas (dentre elas a Análise do Comportamento e a Psicologia Objetiva) que postulam o comportamento como o mais adequado objeto de estudo da Psicologia. Geralmente é definido por meio das unidades analíticas: respostas e estímulos.Bônus:premiação extra concedida aos funcionários.

BPF: sigla de Boas Práticas de Fabricação.

Branding: construção da marca de uma empresa, produto ou pessoa.

Brainstorming: mais que uma técnica de dinâmica de grupo, é uma atividade desenvolvida para explorar a potencialidade criativa do indivíduo no menor tempo possível, ou seja, trocar idéias.

Break-even point (ponto de equilíbrio): nível de produção ou de volume de vendas em que o empreendimento ou negócio se equilibram.

Breakthrough: avanço em determinada área.

Briefing: todas as informações necessárias para realização de uma determinada ação.

Broad band: banda larga.

BSC – Balanced Scorecard (Indicadores Balanceados de Desempenho): seu objetivo é medir os fatores intangíveis que possibilitam o sucesso interno dos processos e pessoas, tecnologia e inovação. Sua implantação se divide em três partes: definição clara das estratégias da empresa e alinhamento da organização com os objetivos propostos internos ineficazes e definição de indicadores quantificáveis com controle sistemático.

BTB ou B2B (Business to Business): nome dado ao comércio eletrônico associado a operações de compra e venda, de informações, de produtos e de serviços por meio da Internet ou mediante a utilização de redes privadas partilhadas entre parceiros de negócios, substituindo assim os processos físicos que envolvem as transações comerciais.

BTC ou B2C (Business to Consumer ou Business to Costumer): comércio efetuado diretamente entre a empresa produtora, vendedora ou prestadora de serviços e o consumidor final, por intermédio do comércio eletrônico, Internet.

B2E (Business to Employee): modalidade de marketing voltado para dentro das organizações, onde o advento Internet e Intranet dá aos colaboradores a mesma agilidade de acesso à informação que dá aos compradores. Ainda em fase embrionária, esse conceito se traduz, atualmente, em e-Recruitment e e-Learning.

Budget: orçamento.

BUMO: Sigla de “Brand Used Most Often” – refere-se à marca ou produto mais utilizado, com mais frequência.

Business intelligence (inteligência de negócios): são conjuntos de softwares que ajudam em decisões estratégicas, como organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações, oferecendo suporte à gestão dos negócios.

Business plan: plano de negócios.

Business unit: unidade de negócios.

Buying in: compra de uma empresa, por exemplo.

C

5S: a sigla 5S deriva das iniciais de cinco palavras japonesas: SEIRI, senso de utilização; SEITON, senso de ordenação; SEISO, senso de limpeza; SEIKETSU, senso de saúde; e SHITSUKE, senso de autodisciplina. É uma metodologia adotada em várias organizações, desde pequenas empresas até as grandes corporações, para simplificar, organizar, limpar, conservar e participar, visando melhorar a produtividade e o desempenho.

C2C(Customer to Customer): venda de cliente para cliente. Ex: site Mercado Livre.

Case: estudo de caso, normalmente abordado em empresas.

Cash: dinheiro vivo.

CEP – Controle Estatístico de Processos: é uma ferramenta da qualidade utilizada nas indústrias e nos processos produtivos com o objetivo de aumentar a economia, evitando desperdícios de matéria-prima, insumos e outros produtos de industrialização. Otimiza os trabalhos, tornando as atividades menos estressantes.

CGMP: sigla de “Current Good Manufacturing Practice” – trata das Boas e Atuais Práticas de fabricação de produtos voltados para as áreas de saúde humana e animal.

CIF: sigla de “Cost Insurance Freight” – refere-se ao custo seguro frete, empregado para designar o sistema de pagamento para mercadorias embarcadas quando os custos do seguro e do frete estão incluídos no preço.

Clima organizacional: é o ambiente interno de uma empresa. Para avaliá-lo, são considerados, entre vários itens, a liderança na companhia, a motivação para o trabalho, as possibilidades de crescimento profissional, enfim, as satisfações e insatisfações dos funcionários.

Coach (treinador): atua encorajando e/ou motivando o seu cliente, procurando transmitir-lhe capacidades ou técnicas que melhorem as suas capacidades profissionais ou pessoais, visando a satisfação de objetivos definidos por ambos.

Coaching (treinamento/desenvolvimento): projeto com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente), conforme a meta desejada por este. O coach apoia o cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazos por meio da identificação e do uso das próprias competências desenvolvidas, como também do reconhecimento e da superação de suas fragilidades para que ele atinja novos objetivos.

Cognição: ato ou ação de conhecer, aquisição de um conhecimento.

Comitê draft: comitê de planejamento.

Commodity: produto primário, geralmente com grande participação no comércio internacional.

Competência: conjunto de conhecimentos, habilidades, comportamentos e aptidões que possibilitam maior probabilidade de obtenção de sucesso na execução de determinadas atividades.

Compliance: agir de acordo com uma regra, um pedido ou um comando. Por meio das atividades de compliance, qualquer possível desvio em relação à política de investimento dos produtos é identificado e evitado. Assim, os investidores têm a segurança de que suas aplicações serão geridas segundo as diretrizes estabelecidas.

Conhecimento: conjunto de informações que inclui crenças e valores que se modificam de acordo com o meio em que as pessoas vivem.

Conhecimento explícito: é aquele que pode ser articulado na linguagem formal, podendo ser facilmente comunicado por meio de livros e revistas, por exemplo.

Conhecimento tácito: é aquele difícil de ser articulado na linguagem formal, pois está ligado à experiência de cada indivíduo e envolve valores, intuições e habilidades.

Consumer Relationship Management: gerenciamento das relações com o consumidor.

Consumer understanding: conhecimento profundo a respeito dos clientes

Continuous improvement (melhoria contínua): é um componente essencial no Just-in-Time e na Qualidade Total que reflete uma determinação inabalável para eliminar as causas dos problemas. É o oposto da mentalidade de “apagar incêndios”.

Corporate purpose: objetivo da empresa.

Core business (principal negócio da empresa): geralmente definido em função da estratégia dessa empresa para o mercado. Este termo é utilizado habitualmente para definir qual o ponto forte e estratégico da atuação de uma determinada empresa.

Counseling: aconselhamento de carreira. É uma espécie de terapia profissional, que discute, entre outras coisas, os objetivos pessoais e futuros, estilo gerencial do executivo, nível cultural, valores e conhecimento do mercado. O objetivo é avaliar tudo isso para ajudar o profissional a tomar as melhores decisões para sua carreira

CRM – Customer Relationship Management (Gestão de Relacionamento com o Cliente): é uma ferramenta que automatiza as funções de contato com o cliente. Ela compreende sistemas informatizados e é fundamental para uma mudança de atitude corporativa, que tem por objetivo ajudar as companhias a criar e manter um bom relacionamento com seus clientes, armazenando e inter-relacionando de forma inteligente informações sobre suas atividades e interações com a empresa.

Crosselling: técnica de vendas na qual um vendedor tenta vender mais de um produto da mesma empresa para seus clientes já existentes.

D

Dado: informação no seu estado bruto, a descrição exata de algo ou de algum evento.

Datacenter (banco de dados): mecanismo principal de processamento de dados de uma empresa. É um instrumento que aloja sites da internet e providencia serviços de dados para outras companhias, como atualização de softwares.

Data-base marketing: marketing baseado em banco de dados de nomes e pessoas, para quem você dirige mensagens de interesse de sua empresa.

Data warehouse (depósito de dados): sistema utilizado para a análise de grande volume de dados, como séries históricas, possibilitando a obtenção de informações estratégicas para a tomada de decisões no presente e para previsões.

Deadline (data limite): data, dia ou hora em que alguma coisa precisa ser dada como terminada ou concluída.

Disruptiva: empresas insurgentes, que entram no mercado “por baixo”.

Downsizing (reduzir, achatar, diminuir): redução no número de funcionários de uma empresa.

Dumping: prática comercial, geralmente desleal, que consiste em uma ou mais empresas de um país venderem seus produtos por preços extraordinariamente baixos (muitas vezes com preços de venda inferiores ao preço de produção) por um tempo, visando prejudicar e eliminar a concorrência local, passando então a dominar o mercado e impor preços altos. É um termo usado em comércio internacional e é reprimido pelos governos nacionais, quando comprovado.

E

E-learning/Eletronic Learning (treinamento em rede de computadores): softwares projetados para funcionar como “salas de aula virtuais”, permitindo várias possibilidades de interação entre os seus participantes. Por exemplo, um especialista tem a sua palestra gravada em Nova York (EUA) e ao mesmo tempo ela é transmitida para diferentes lugares, como São Paulo e Rio de Janeiro. É possível fazer perguntas e participar de discussões em tempo real. Seu objetivo é ampliar a difusão do conhecimento, permitindo que o usuário aprenda em qualquer momento e lugar.

EBITDA: Earnings before interest, taxes, depreciation and amortization – ganhos antes dos pagamentos de juros, impostos, depreciação e amortização. O termo é seguido por um número que representa os ganhos da empresa em um determinado período, permitindo, portanto, a análise do desempenho financeiro de tal empresa.

Educação continuada: cursos de aperfeiçoamento referentes à atividade do funcionário. Pode incluir a pós-graduação.

Empowerment (delegação de autoridade): abordagem a projetos de trabalho que se baseia na delegação de poderes de decisão, autonomia e participação dos funcionários na administração das empresas. Analisa o desenvolvimento, ou grau de maturidade, do empowerment na organização, avaliando o estágio evolutivo em que se encontram as áreas de gestão, as configurações organizacionais, as estratégias competitivas, a gestão de recursos humanos e a qualidade.

Endomarketing (marketing interno): conjunto de ações desenvolvidas para conscientizar, informar e motivar o indivíduo.

E-Procurement (aquisição ou obtenção eletrônica): utilização da internet para a automatização dos processos de compra e gestão de bens e serviços necessários à atividade da empresa.

E-recruitment (recrutamento eletrônico): ferramentas tecnológicas utilizadas no recrutamento e seleção de funcionários. Envolvem cadastro de currículos, filtro de candidatos, testes online e monitoramento de vagas.

ERP – Enterprise Resource Planning (Planejamento dos Recursos do Negócio): Os ERP’s são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa, possibilitando a automação e o armazenamento de todas as informações de negócios. São sistemas de gestão empresarial.

Expertise: conhecimento técnico.

Epistemologia: estudo crítico dos princípios, hipóteses e resultados das ciências já constituídas; teoria das ciências, teoria do conhecimento.

Expertise maps: são bancos de dados com listas e descrições dos indivíduos dentro e fora da organização.

Extranet: é uma parte da empresa estendida a usuários externos (rede extra-empresa), tais como representantes e clientes.

F

Faciliting factors ou enabling conditions (Fator facilitador, ou condições capacitantes): práticas, normas e processos que estimulam ou inibem a captação, geração, difusão e armazenamento de conhecimento pelas organizações.

Factoring: é a prática de algumas empresas que consiste em comprar cheques pré-datados de lojistas, cobrando comissão.

Feedback (resposta): trata-se de informar o colaborador sobre o seu desempenho, conduta ou a respeito de uma eventualidade, buscando estimular e reorientar ações, com o objetivo de maximizar o seu desempenho.

Fine tuning: sintonia fina, calibragem.

FOB – Free On Board: a cláusula FOB estabelece que, nos contratos de compra e venda de mercadorias, o preço é relativo ao produto colocado a bordo do navio no porto de embarque, ficando as despesas de frete e seguro, assim como os riscos da viagem até o porto de destino, por conta do comprador.

Follow-up: dar prosseguimento a uma discussão ou debate, retomando temas para atingir soluções. Também pode significar revisão das tarefas que foram geradas após uma reunião ou auditoria, quando os prazos para realização se esgotaram. Significa ainda ligar para e acompanhar o cliente.

Forecast: previsão.

Full time: designa que determinada tarefa será realizada por tempo integral.

FYI: For Your Information – o mesmo que PSC: Para Seu Conhecimento

G

Gap: intervalo; lacuna; falha; deficiência.

H

Hands-on: com participação ativa.

Headcount: número de pessoas que trabalham em determinada equipe ou empresa.

Headhunter: caça-talentos do mundo corporativo.

Holística: é a “imagem única”, sintética de todos os elementos da empresa, que normalmente podem ser relacionados a visões parciais abrangendo suas estratégias, atividades, informações, recursos e organização (estrutura da empresa, cultura organizacional, qualificação do pessoal, assim como suas inter-relações). Se esta visão for formalizada, pode-se discutir problemas específicos sem perder a abrangência, nivelando o conhecimento entre os participantes da discussão.

Housekeeping: técnica usada para iniciar, cuidar e manter os processos de Qualidade e Produtividade Total em uma empresa.

I

Inclusão digital: dar condições para que um número cada vez maior de pessoas possa ter acesso às novas tecnologias, entre elas a internet.

Inclusão social: forma de trazer para a sociedade pessoas que foram excluídas dela e estavam privadas de seus direitos, como os portadores de deficiências físicas.

Income: renda.

Income tax: imposto de renda.

Input: refere-se à entrada de dados por meio de um programa ou código. Esses dados são inseridos e depois armazenados para gerar resultados.

Insight: momento em que novas idéias surgem; percepção; “estalo”.

Insourcing (fonte interna): delegação de operações internas da companhia para um setor especializado nessas operações. É o oposto do termo outsourcing.

Interface amigável e intuitiva: ferramentas que possuem um design fácil de ser usado, geralmente com ícones indicando o que representa cada função.

Intranet: é uma rede de comunicação interna e exclusiva, criada especialmente para uma organização e dirigida aos seus colaboradores.

Intrapreneur: empreendedor interno, pessoa que dirige uma unidade do negócio como se ela fosse uma empresa independente.

In-loco: nolugar em que determinada coisa acontece.

ISO: Sigla da International Organization for Standardization.

J

Job rotation: rodízio de funções promovido pela empresa para que o funcionário possa adquirir novos conhecimentos em setores diferentes e acumular experiências sem sair da companhia em que trabalha.

Joint venture: associação de empresas para explorar determinado negócio. De caráter não definitivo, nenhuma das empresas participantes perde sua personalidade jurídica.

Just-in-Time ou JIT: sistema que determina que nada deve ser produzido, transportado ou comprado antes da hora exata, ou seja, primeiramente vende-se o produto para depois comprar a matéria-prima e posteriormente fabricá-lo ou montá-lo. Pode ser aplicado em qualquer organização, para reduzir estoques e os custos decorrentes.

Just-in-time knowledge: ferramenta que reduz as barreiras de tempo e espaço no acesso a conhecimentos como o e-learning.

K

Kaizen: conceito de administração japonesa que significa processo de melhoria contínua, gradual, com bom senso e baixos investimentos.

Kick-off: reunião que gera a oportunidade para informar e principalmente motivar as pessoas envolvidas a participar de algum projeto.

Key user: aquele que conhece todos os recursos referentes a uma determinada ferramenta tecnológica.

Know-how: conhecimento.

Knowledge Management Systems (Sistemas de Gerenciamento de Conhecimento): soluções de tecnologia e informações que auxiliam as iniciativas empresariais típicas de gestão do conhecimento, como identificação, criação, apresentação e distribuição no contexto corporativo.

KPI – Key Performance Indicators: indicadores que medem o nível de desempenho do processo, focando como são desenvolvidos os processos de tecnologias da informação para que os objetivos sejam alcançados. Um exemplo de KPI é o que mede o número de mercadorias produzidas por um funcionário em uma hora.

L

Learning organizations/ Knowledge creating companies: companhias que utilizam a gestão do conhecimento, identificando, armazenando e incorporando conhecimento às suas práticas organizacionais, visando o crescimento virtuoso do conhecimento.

LLM: Master of Laws, Mestrado em Direito.

Lato Sensu: curso extensivo de especialização e aperfeiçoamento (pós-graduação).

M

Market share: fatia de mercado, ou participação no mercado.

Markup: sobrepreço, acrescentado ao preço final do produto (após custo de produção, distribuição e margem de lucro prevista).

Mapeamento de perfil: levantamento do perfil do colaborador, que pode ser feito por meio de entrevistas ou respondendo a questões de um software. Com dados objetivos, ajuda a pessoa a entender quais são os seus pontos fortes e aqueles que podem ser desenvolvidos, aprimorando o seu desempenho.

MBA: Sigla em inglês para Master Business Administration, curso que equivale à pós-graduação em Administração de Empresas.

MBA in company: MBA oferecido pela empresa dentro de seu próprio espaço físico.

Memória organizacional: ativos e informações ligados a qualquer organização, seja ela com ou sem fins lucrativos.

Mnemônica: técnica destinada a ajudar a fortalecer e treinar a memória mediante processos artificiais auxiliares.

Mentoring: profissional mais velho, com experiência e habilidade de relacionamento, que acompanha e passa para o mais novo suas idéias sobre o trabalho e a carreira.

Merchandising: prática de marketing na qual a marca ou a imagem de um produto ou serviço é utilizado para vender outro, destacando-o da concorrência, no ponto de venda (PDV). Merchandising é a ação de promover que usa a comunicação de marketing no ponto de venda e em espaços editoriais na televisão, mídia impressa e outros, para reforçar mensagens publicitárias feitas anteriormente, ou mesmo em substituição à publicidade, em alguns casos.

Meritocracia: sistema de recompensa e/ou promoção fundamentado no mérito pessoal.

N

Nepotismo: favorecimento de parentes próximos feito por quem tem autoridade e poder.

Networking: utilização da rede de relacionamentos (network). Os contatos do network podem trazer muitos benefícios ao profissional. Por exemplo: as pessoas dessa rede poderão indicá-lo para alguma oportunidade para um novo emprego.

Newsletter: boletim de notícias.

O

Óbice: palavra derivada do latim que significa impedimento, embaraço, empecilho, obstáculo ou estorvo.

Ombudsman: palavra de origem sueca que significa “o homem que representa os interesses”, ouvidor, profissional que tem como missão intermediar a comunicação entre o público e a empresa.

Outplacement: benefício que uma empresa oferece ao ex-funcionário, que consiste no aconselhamento, apoio, orientação e estímulo para ser recolocado em outra organização.

Outputs: obtenção de dados como resultado da operação de algum programa, de um input.

Outsourcing: obtenção de mão-de-obra externa por parte de uma empresa; contratação de serviços terceirizados com o intuito de reduzir os custos internos, aproveitando o conhecimento especializado de outras organizações.

Overhead: despesas operacionais.

P

Paradigma: exemplo que serve como modelo; padrão.

PDCA: Sigla para Plan, Do, Check and Act – Planejar, Executar, Verificar e Agir, ferramenta usada na melhoria dos processos de fabricação ou de negócios.

Performance: atuação; desempenho.

PhD: Doctor Philosophy. No Brasil, é equivalente ao doutorado.

Player: empresa que está desempenhando algum papel em algum mercado ou negociação.

Política de Portas Abertas: meio que a organização dá ao funcionário de apelar aos executivos da empresa quando se sentir prejudicado pela chefia imediata.

Portfólio: coleção de trabalhos ou produtos de um profissional ou uma empresa. Pode ser considerado seu perfil público.

Presenteísmo: diferente do absenteísmo, quem sofre deste mal não falta ao trabalho, mas ao final de todos os dias sofre com dores de cabeça, cansaço, dores nas costas, irritação, sinusite e alergias – com isso, a produtividade e a motivação é que deixam de aparecer.

Pro forma: apenas por formalidade.

PSC: Para Seu Conhecimento – o mesmo que FYI – For Your Information

Publicização: Movimento introdutor de um novo modelo de administração pública baseado em alianças estratégicas entre o Estado e a sociedade.

Q

QFD – Quality Function Deployment: metodologia usada para apontar os produtos que asseguram e avaliam a satisfação do cliente.

QS – Quociente de Sucesso: é definido como a soma de qualidades ligadas a atitudes, valores e maneira de levar a vida. Como não são condições diretamente ligadas a aspectos genéticos, podem ser desenvolvidas e melhoradas pelo “querer” do indivíduo.

QS 9000 – Quality System Requirements (Requisitos do Sistema da Qualidade): foi desenvolvida por um grupo-tarefa da indústria automotiva (Chrysler, Ford e General Motors) a fim de padronizar os sistemas de qualidade e manuais fundamentais, assim como ferramentas de avaliação dos fornecedores.

R

Redes sociais na internet: são relações entre os indivíduos na comunicação mediada pelo computador. Esses sistemas conectam pessoas que possuem os mesmos interesses pessoais ou profissionais, facilitando a sua conexão e interatividade.

Reengenharia: método usado para mudar os processos internos de uma empresa.

Resiliência: capacidade de se adaptar às mudanças.

Responsabilidade social: atuação e consciência do papel das empresas como agentes sociais no desenvolvimento do ser humano e da comunidade na qual estão inseridas.

RH: sigla de Recursos Humanos (área responsável pelas contratações, treinamentos, remuneração, encaminhamento de carreira e administração de conflitos na empresa).

ROI: Return Of Investiment – tempo necessário para o retorno do investimento

S

Sabático: período de afastamento do trabalho que o executivo utiliza para refletir sobre sua vida e carreira. A prática é antiga e ainda é utilizada por empresas que acreditam que ela aumenta a produtividade do executivo.

SCM – Supply Chain Management (Gerenciamento da Cadeia de Fornecimento): grupo de fornecedores que supre as necessidades de uma empresa na criação e no desenvolvimento dos seus produtos. A competição no mercado global não ocorre entre empresas, mas entre cadeias de fornecimento. A gestão da logística e do fluxo de informações em toda a cadeia permite aos executivos avaliar pontos fortes e pontos fracos na sua cadeia de fornecimento, auxiliando a tomada de decisões que resultam na redução de custos, aumento da qualidade, entre outros, elevando a competitividade do produto e/ou criando valor agregado e diferenciais em relação à concorrência.
Share:fatia do mercado – muito usado quando a empresa quer determinar quanto em porcentagem do mercado ela obtém referente a determinado produto ou segmento.

Sinergia: ação positiva e simultânea de um grupo de pessoas na realização de uma atividade.

Skill: habilidade.

SLA – Service Level Agreement: contrato entre um fornecedor de soluções tecnológicas e um cliente, que especifica em termos mensuráveis quais serviços o fornecedor vai oferecer. Eles são definidos no início de qualquer fornecimento terceirizado (outsourcing), garantindo que o cliente receba produtos e serviços com qualidade, eficiência e eficácia.

Spread: taxa de risco.

Stakeholders: partes ou grupos que estão diretamente interessados nas atividades da empresa: acionistas, governo, clientes, funcionários, fornecedores e sociedade.

Start-up: início da operação.

Stand-by: no aguardo, em modo de espera.

Status quo: situação atual do ambiente interno da empresa, principalmente no que diz respeito aos processos internos.

Stock Options: incentivo a funcionários para comprarem ações da empresa por um preço abaixo do mercado.

Strictu sensu: curso intensivo (mestrado e doutorado).

Supply Chain Management: gerenciamento de cadeia de abastecimento.

T

Target: alvo.

Team building: processo de motivação que tem como objetivo criar em um grupo de pessoas o “espírito de equipe”,gerando o sentimento de inclusão ao grupo e melhorando a forma como as pessoas interagem e trabalham emconjunto.

TI: sigla de Tecnologia da Informação.

Top of mind: marca ou produto mais lembrado espontaneamente.

Toró de palpites: tradução bem brasileira do termo inglês “brainstorm”, que significa uma reunião de pessoas que se juntam para encontrar soluções para problemas da empresa ou expor idéias criativas para novos projetos.

TQC – Total Quality Control (Controle de Qualidade Total): sistema criado em todas as fases de uma empresa de manufatura, da engenharia de projeto à distribuição, que busca assegurar uma produção sem defeitos.

TQM – Total Quality Management (Gerenciamento de Qualidade Total): criado em 1985 pela Naval Air Systems Comand para descrever o seu enfoque de gerenciamento ao estilo japonês para o aperfeiçoamento da qualidade.

Training on the job: treinamentos feitos em conjunto com as tarefas práticas do funcionário, como um estágio supervisionado.

Trend: tendência.

Turnover: termo utilizado para caracterizar o movimento de entradas e saídas, admissões e desligamentos de profissionais empregados de uma empresa, em um determinado período. Quanto aos desligamentos, podem ser espontâneos ou provocados pelas empresas.

W

Web 2.0: termo que se refere à segunda geração da World Wide Web (rede mundial de computadores ou internet), reforçando o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. O objetivo é que o ambiente virtual se torne mais dinâmico, contando com a colaboração dos usuários para a organização do conteúdo. Um exemplo é a enciclopédia Wikipedia, cujas informações são disponibilizadas e editadas pelos próprios internautas, sendo depois conferidas por um grupo de pessoas que trabalha para o aperfeiçoamento dessa enciclopédia virtual.

Workaholic: pessoa “viciada” em trabalho.

Workflow: as tarefas podem ser executadas por um ou mais sistemas de computador, ou por um ou mais colaboradores. A ordem de execução e as condições pelas quais as tarefas são iniciadas também estão definidas no workflow, sendo que o mesmo é capaz também de representar a sincronização das mesmas, garantindo o fluxo de informações.

Workshop: treinamento em grupo de acordo com a técnica dominada pelo instrutor.

X

XML – eXtensible Markup Language (Linguagem Extensível de Formatação): configuração usada para gerar linguagens de formatação, ou seja, criar documentos com dados organizados de forma hierárquica, com o intuito de designar uma linguagem simples, principalmente para a internet, interligando diferentes bancos de dados.

Cargos

CEO – Chief Executiver Officer (Diretor Executivo, ou Diretor Geral): é o cargo mais alto da empresa. Pode ser chamado também de principal executivo, presidente, superintendente, diretor geral, entre outros. Geralmente, as pessoas costumam fazer confusão quando a empresa tem os dois, CEO e Presidente. Neste caso, a função do segundo é mais representativa.

CFO – Chief Financial Officer (Diretor Financeiro): principal executivo de Finanças.

Chairman: presidente do conselho que dirige a empresa.

CHRO – Chief Human Resources Officer (Diretor de Recursos Humano): principal executivo de Recursos Humanos.

CIO – Chief Information Officer (Diretor de Tecnologia da Informação): o papel de um CIO em alguns casos tem-se estendido para um Chief Knowledge Officer (CKO), que trabalha também com conhecimento, não apenas com informação. Hoje, os CIO’s devem abrir a caixa preta da TI, participar de reuniões e tomar iniciativas, ou seja, cuidar da estratégia por trás da tecnologia.

CIO – Chief Imagination Officer (Diretor de Imaginação): responsável por promover a criatividade entre o pessoal.

CKO – Chief Knowledge Officer (Diretor de Conhecimento) ou CLO – Chief Learnig Officer (Diretor de Aprendizado): é quem administra o capital intelectual da empresa, reúne e gerencia todas as informações da organização. Entende tanto de tecnologia e p$dicionarioModelrocessos quanto de pessoas.

CLO – Chief Learning Officer: responsável por administrar o capital intelectual. Ele precisa reunir e gerenciar todo o conhecimento da organização.

CMO – Chief Marketing Officer (Diretor de Marketing): a função é um pouco mais complexa do que a Diretoria de Marketing. Em algumas empresas, o CMO acumula ainda a Diretoria Comercial e, em outras, a área de Novos Negócios.

COO – Chief Operating Officer (Chefe Executivo de Operações): é o braço direito do CEO. Enquanto o chefe pensa na estratégia, o COO cuida mais de perto da rotina do negócio.

Country Manager: Diretor geral para o país

CRO – Chief Risk Officer (Diretor de Riscos de Operações Financeiras): além de questões financeiras, o CRO avalia itens como estratégias do negócio, concorrência, legislação e problemas ambientais.

CSO – Chief Security Officer: profissional que tem a missão de identificar fontes internas e externas de recursos para desenvolver projetos de tecnologia.

CTO – Chief Technology Officer (Diretor de Tecnologia): geralmente comanda a infra-estrutura da área de Tecnologia. Também planeja e coordena a execução de expansão e manutenção da infra-estrutura de TI de uma organização.

Entrepreneur: empresário

Sales manager: Gerente de vendas

Fonte: Ricardo Xavier Recursos Humanos®

Tucano, Anhanguera km 98.

O vídeo do tucano que conquistou a internet foi feito por uma câmera de monitoramento da concessionária CCR AutoBan, que administra a Rodovia Anhanguera. A “visita” aconteceu na na altura do km 98 da rodovia, trecho de Campinas, no interior de São Paulo. Confira!